“Os projetos sociais que temos dentro da plataforma foram um divisor de águas.” Quando tinha 24 anos, Kelvin Spassini, 34, que nasceu em Goiânia (GO), foi para Cáceres (MT), inicialmente, para passear, enquanto visitava a irmã, que já morava na cidade. Ele decidiu ficar no município já pensando em empreender, antes mesmo de se tornar gestor da plataforma de mobilidade Vai e Volta: “Eu cheguei e pensei comigo: ‘Aqui tem futuro, é uma cidade muito boa para negócio’”.
Desde os 12 anos, ele conta que já procurava lotes de vizinhos para capinar e limpar. Depois, passou a comprar e vender carros, motos e celulares. “Eu nunca gostei muito de trabalhar para os outros. Ou eu estudava para trabalhar para o governo, ou eu ia abrir alguma coisa minha”, explica. A entrada no setor de transporte veio em 2016, quando começou no ramo de táxi. Kelvin tinha um ponto e motoristas trabalhando com ele, mas também chegou a dirigir. Com o tempo, o gestor começou a achar que o modelo do táxi já não atendia boa parte da população.
Nesse contexto, a tecnologia passou a aparecer como alternativa. Durante a pandemia, observando aplicativos regionais surgirem em cidades pequenas, Kelvin se inspirou e decidiu estudar o mercado. Antes de criar a própria empresa, trabalhou por cerca de três meses como motorista em outras plataformas regionais além da Uber. Para ele, a experiência serviu para entender a dinâmica por dentro. Ele considera que o principal incômodo era a falta de voz dos motoristas e a lógica de gestão sem priorizar o ganho deles: “Eu observei mais erros do que acertos. O proprietário visava só o ganho dele”.
Daí nasceu uma das bases do Vai e Volta: trabalhar com número limitado de motoristas, carros mais novos e uma taxa proporcional ao faturamento, não mensalidade fixa. Desde o início, a plataforma cobra 10% sobre as corridas. Para Kelvin, esse modelo ajuda a garantir que o motorista realmente lucre. Hoje, o aplicativo já realiza, em média, 18 mil corridas por mês. O crescimento, porém, na visão do gestor, não está apenas nos números, ele afirma que uma de suas maiores satisfações é ver motoristas que antes ganhavam um salário mínimo conseguindo faturar R$ 10 mil ou até mais.
O empreendedor também se orgulha dos projetos sociais do Vai e Volta. O primeiro foi uma categoria para doadores de sangue, em que leva a pessoa até o local da doação e depois a traz de volta para casa gratuitamente pelo aplicativo. Há ainda descontos de 30% a 40% em corridas para pessoas com autismo. Pelo projeto de doação de sangue, Kelvin recebeu uma moção de aplausos da Câmara dos Vereadores. Quando pensa no legado que deseja deixar, ele foca mais na região, em motoristas e nesses projetos. “Quero deixar a marca de ser um aplicativo que faz coisas boas para a minha cidade e para as pessoas que o utilizam”, reflete.
Como foi sua trajetória profissional antes de criar o Vai e Volta?
Kelvin Spassini: Antes do aplicativo, eu já trabalhava no ramo de transporte privado. Tinha um ponto de táxi e os motoristas trabalhavam para mim. Eu já era empreendedor naquela época, mas também trabalhava como motorista. Antes de criar o Vai e Volta, inclusive, trabalhei em aplicativos de mobilidade para entender como funcionava a dinâmica do negócio, ver se realmente dava resultado e estudar o mercado.
A tecnologia foi avançando e eu percebi a necessidade de entrar nesse mundo. Na época, o táxi era muito caro e nem todo mundo conseguia utilizar o serviço. Qualquer corrida dentro da cidade custava cerca de R$ 50. Eu via que existia espaço para oferecer uma alternativa mais acessível para as pessoas.
Onde você nasceu e cresceu?
Kelvin Spassini: Eu nasci em Cáceres (MT), mas passei boa parte da minha vida em Goiânia (GO). Goiânia é uma cidade muito boa para viver, mas foi em Cáceres que encontrei uma oportunidade interessante para empreender. Minha irmã já morava na cidade e eu vim inicialmente para passear. Durante a visita, percebi o potencial de Cáceres e resolvi ficar. Foi justamente essa visão de oportunidade que me levou a abrir meus negócios aqui.
Então, você já se mudou para Cáceres pensando em empreender?
Kelvin Spassini: Sim. Muitas pessoas falavam que a cidade era pequena, que não tinha futuro e queriam ir embora para centros maiores. Quando cheguei vindo de Goiânia, pensei exatamente o contrário. Vi que era uma cidade com potencial para negócios e que existiam oportunidades que muita gente não enxergava. Eu cheguei e pensei comigo: “Aqui tem futuro, é uma cidade muito boa para negócio”.
Quando criança, você sonhava em trabalhar com algo parecido com ter a própria empresa?
Kelvin Spassini: Desde os 12 ou 13 anos eu já procurava formas de ganhar meu próprio dinheiro. Carpinava lotes, fazia pequenos serviços para vizinhos e sempre buscava alguma atividade para ter minha renda. Durante muitos anos eu estudava para concursos públicos. Meu sonho era seguir carreira militar, entrar para a Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal ou Polícia Federal. Era um sonho de infância, mas as circunstâncias da vida acabaram me levando para outro caminho. Ainda é um sonho que guardo comigo, mas naquele momento precisei focar em outras oportunidades. Às vezes, a gente insiste muito em um caminho, mas a vida acaba levando para outro lado. Foi o que aconteceu comigo.
Depois que deixei os estudos para concursos de lado, comecei a procurar algo que fosse meu. Desde jovem, eu nunca gostei muito de trabalhar para os outros. Trabalhei apenas uma vez com carteira assinada, em uma usina de etanol, e percebi que aquilo não era para mim. Ou eu seguiria carreira pública ou abriria meu próprio negócio. Fora isso, sempre trabalhei por conta própria: comprava e vendia carros, motos, celulares… Sempre gostei de negociar e empreender.
Quando surgiu a ideia de criar um aplicativo de mobilidade?
Kelvin Spassini: Eu comecei a perceber que algumas cidades pequenas já tinham aplicativos próprios. Comecei a pesquisar plataformas, custos e formas de desenvolver o negócio. Quando analisei os valores e a viabilidade, percebi que compensava criar uma plataforma local.
O que você leva de outras experiências de trabalho como bagagem para sua gestão hoje?
Kelvin Spassini: O principal aprendizado foi entender a importância de valorizar as pessoas. Muitas empresas pensam apenas no lucro e acabam deixando de lado quem realmente faz o negócio acontecer. No Vai e Volta, eu sempre procurei criar um ambiente em que os motoristas também ganhassem dinheiro e crescessem junto com a empresa. Eu nunca tratei o aplicativo como um bico para eles, mas como uma oportunidade profissional de verdade.
Trabalhei como motorista em plataformas regionais e também fiz algumas corridas pela Uber justamente para entender como tudo funcionava. Durante cerca de três meses, fiquei observando se o modelo realmente dava resultado e fui estudando os acertos e erros das plataformas. Percebi que muitos proprietários de regionais focavam apenas no próprio lucro e não davam espaço para os motoristas participarem ou opinarem. Foi essa experiência que me mostrou que havia espaço para construir algo melhor e que dava para montar um aplicativo próprio.
Qual foi o principal problema que você decidiu resolver ao criar sua plataforma?
Kelvin Spassini: A principal questão era a quantidade exagerada de motoristas. Em cidades menores, não faz sentido cadastrar muito mais motoristas do que a demanda comporta. Algumas plataformas colocavam 100 ou 150 motoristas, onde 60 já eram suficientes, porque lucravam com mensalidades. Eu fiz diferente: apostei em uma porcentagem sobre o faturamento e mantive um número equilibrado de motoristas.
Isso permitiu que os motoristas ganhassem melhor e investissem em carros mais novos, o que elevou a qualidade do serviço. Enquanto outras plataformas aceitavam praticamente qualquer veículo apenas para aumentar a arrecadação, eu procurei incentivar uma frota mais nova. O resultado foi que o cliente chamava uma corrida comum e era atendido por carros de alto padrão, algo que ajudou muito a fortalecer a imagem da empresa.
Eu também sempre ajudei financeiramente os motoristas quando acontecia algum acidente e eles precisavam arrumar os carros rapidamente. Muitas seguradoras e proteções existentes demoravam para resolver os problemas. Então pensei: “Se eu já ajudava essas pessoas, por que não criar uma solução própria?”. Foi daí que nasceu a ideia da proteção veicular do Vai e Volta. A ideia surgiu justamente porque eu acompanhava de perto as dificuldades dos motoristas e via que muitos ficavam sem trabalhar por um longo período enquanto aguardavam atendimento de outras empresas.
Como foi o processo para tirar o projeto do papel?
Kelvin Spassini: Enquanto trabalhava como motorista, conheci a empresa desenvolvedora de software responsável pela plataforma que utilizamos. Pesquisei bastante, analisei os custos e vi que o projeto era viável. Depois disso, tudo aconteceu muito rápido. Em poucos meses, eu já tinha contratado a plataforma e colocado o aplicativo em operação.
Quais foram os investimentos iniciais?
Kelvin Spassini: Além da contratação da plataforma, investi um pouco em marketing. Mas, o principal foi o boca a boca. Também, mandei adesivar os carros do Vai e Volta, algo que chamou muita atenção na cidade. Tirando o custo da plataforma, acredito que não investi nem R$ 3 mil no início.
Quando o aplicativo começou a se sustentar financeiramente?
Kelvin Spassini: Já no primeiro mês. Foi até engraçado, porque depois de pagar todas as despesas ainda sobraram cerca de R$ 500. Normalmente, as empresas começam operando no prejuízo, mas o Vai e Volta já nasceu se sustentando. Quando vi aquilo, percebi que estava no caminho certo.
Como foi a captação dos primeiros motoristas?
Kelvin Spassini: No começo, foi muito difícil trazer motoristas. As outras plataformas faziam de tudo para impedir que os motoristas trabalhassem em outros aplicativos e ajudassem novos concorrentes a crescer. Eu tive bastante dificuldade nessa fase. Acabei convidando alguns amigos que estavam desempregados e também utilizei alguns carros que eu tinha da época do táxi. Cedi veículos para algumas pessoas e começamos devagarzinho. Foi um processo gradual, porque havia muita resistência no mercado e pouca confiança em um aplicativo novo.
E para captar os primeiros clientes, como foi?
Kelvin Spassini: Os carros adesivados ajudaram bastante. Nós íamos para locais de grande movimentação da cidade, estacionávamos os veículos e distribuíamos panfletos em faculdades, bares e restaurantes. Além disso, os meses em que trabalhei como motorista me ajudaram a conquistar muitos clientes que gostavam do meu atendimento e continuaram utilizando o serviço. O boca a boca teve um papel fundamental nesse crescimento inicial, porque as pessoas começaram a indicar o aplicativo umas para as outras.
Quando você percebeu que o negócio realmente tinha “dado certo”?
Kelvin Spassini: Ainda durante a pandemia. Enquanto muitas empresas estavam fechando as portas, o Vai e Volta crescia mês após mês. As corridas aumentavam constantemente e a demanda não parava de crescer. Foi nesse período que percebi que o projeto tinha se consolidado.
Você tem sócios?
Kelvin Spassini: Não, sou o único proprietário do Vai e Volta.
Como é a equipe atualmente?
Kelvin Spassini: A equipe administrativa. Hoje, minha rotina é mais focada na gestão. Fico no escritório, acompanhando números, resolvendo demandas dos motoristas, atendendo clientes e cuidando das decisões estratégicas da empresa.
Qual você considera que foi o momento mais difícil desde que começou?
Kelvin Spassini: A maior dificuldade sempre foi encontrar motoristas realmente comprometidos. Conseguir pessoas que se entreguem ao trabalho e entendam a proposta da empresa, não é algo simples.
Houve alguém fundamental para a sobrevivência do negócio?
Kelvin Spassini: Eu acredito que o principal fator foi ter colocado em prática ideias que deram certo desde o início. Um dos grandes diferenciais foram os projetos sociais que criamos dentro da plataforma. Eles ajudaram muito no crescimento e na consolidação da marca.
O primeiro projeto foi voltado para a doação de sangue. Criamos uma categoria exclusiva para doadores. Levamos a pessoa até o local da doação e depois a trazemos de volta para casa sem custo algum. Também temos uma categoria voltada para pessoas com autismo, oferecendo descontos que variam entre 30% e 40% nas corridas. Além disso, realizamos diversas ações de doação, mas essas geralmente fazemos de forma mais reservada, sem divulgação pública.
Quantos usuários já baixaram o aplicativo?
Kelvin Spassini: Somente em Cáceres, já ultrapassamos os 15 mil downloads. Acredito que hoje já passamos da marca de 20 mil downloads.
Quantos motoristas estão ativos na plataforma hoje?
Kelvin Spassini: Hoje, temos 52 motoristas ativos em Cáceres. A maior parte dos veículos é composta por carros novos. Dos 52 veículos, apenas três são anteriores a 2020. Também estamos investindo bastante em carros elétricos. Em cerca de seis meses, chegamos a aproximadamente 20 veículos elétricos na operação.
Como funciona a remuneração dos motoristas?
Kelvin Spassini: O motorista recebe integralmente o valor das corridas. No final do mês, o aplicativo envia um boleto referente à taxa de utilização da plataforma.
Qual é a taxa cobrada?
Kelvin Spassini: Sempre trabalhamos com uma taxa fixa de 10% sobre o faturamento das corridas.
Quanto um motorista costuma faturar somente na plataforma?
Kelvin Spassini: Depende do tempo que ele permanece na rua, mas a média gira em torno de R$ 8 mil por mês. Durante dezembro, especialmente no período de Natal e Ano Novo, já tivemos motorista faturando cerca de R$ 20 mil em um único mês. E praticamente todos trabalham apenas conosco. Além da identificação visual dos veículos, eles acabam preferindo ficar em uma única plataforma porque conseguem uma boa renda e não precisam arcar com mensalidades de outros aplicativos.
Quantas corridas, em média, o aplicativo realiza por mês?
Kelvin Spassini: Em média, realizamos pelo menos 18 mil corridas por mês.
Qual você enxerga que foi a maior mudança em si mesmo depois de ter começado a empreender?
Kelvin Spassini: Acho que foi ampliar minha visão para outros negócios relacionados ao mesmo segmento. Hoje, por exemplo, criamos uma empresa de proteção veicular dentro do próprio grupo Vai e Volta. Começou em Cáceres e atualmente já estamos expandindo para cidades como Anápolis (GO), Goiânia (GO) e Brasília (DF).
O Vai e Volta opera em outras cidades atualmente?
Kelvin Spassini: Não, hoje operamos apenas em Cáceres. O aplicativo alcançou um nível muito bom aqui e eu preferi não enfrentar novamente toda a dificuldade de estruturar uma operação em outra cidade. Meu foco atual está mais voltado para a expansão da proteção veicular.
Como surgiu o nome “Vai e Volta”?
Kelvin Spassini: Foi depois de vários dias tentando encontrar um nome. Tudo o que eu pensava já existia. Pesquisava nas lojas de aplicativos e sempre encontrava alguém usando as ideias que eu tinha. Um dia acordei e veio “Vai e Volta” na cabeça. Pensei: “Se esse não existir, vai ser esse mesmo”, e deu certo.
Quanto a empresa movimenta atualmente?
Kelvin Spassini: Hoje, a empresa movimenta entre R$ 400 mil e R$ 600 mil por mês em corridas.
Você tem metas específicas para os próximos anos?
Kelvin Spassini: Nossa meta para este ano é chegar a movimentar cerca de R$ 1 milhão por mês. O aplicativo já está consolidado na cidade e agora buscamos crescer com qualidade, principalmente investindo em carros novos e em soluções voltadas para sustentabilidade. Percebemos uma grande curiosidade do público em relação aos carros elétricos. As pessoas queriam experimentar essa novidade. Criamos uma categoria específica e a aceitação foi muito positiva. Hoje, as corridas realizadas com carros elétricos já estão próximas dos números registrados pelos carros convencionais.
Do que você mais se orgulha em sua trajetória?
Kelvin Spassini: O que mais me orgulha é poder ajudar as pessoas. Recebo muitos relatos de motoristas que antes ganhavam um salário mínimo, não tinham carro próprio e hoje conseguem sustentar suas famílias com dignidade. Muitos chegam até mim pedindo uma oportunidade, compram um veículo e transformam completamente suas vidas dentro da plataforma.
O que mais escuto deles são histórias de pessoas que não acreditavam que conseguiriam crescer financeiramente e que encontraram no aplicativo uma oportunidade real. Ver motoristas que antes tinham dificuldades para manter a família e, hoje, conseguem faturar entre R$ 8 mil e R$ 10 mil por mês é algo que me deixa muito satisfeito.
Como você vê o futuro dos aplicativos regionais no Brasil?
Kelvin Spassini: Cada cidade tem uma realidade diferente, mas acredito que muitas plataformas nacionais acabaram desvalorizando o trabalho do motorista ao pagar pouco pelas corridas. Com o aumento constante dos custos, especialmente dos combustíveis, isso tende a se tornar cada vez mais difícil de sustentar. Por isso, acredito muito na modernização da frota, especialmente nos carros elétricos, que ajudam os motoristas a reduzirem custos e aumentarem sua rentabilidade. Na minha visão, vai chegar um momento em que os aplicativos terão dificuldade para reajustar os preços das corridas no mesmo ritmo em que aumentam os custos operacionais. Por isso, encontrar alternativas mais eficientes será cada vez mais importante.
O que os aplicativos regionais precisam fazer para dominar o mercado frente às grandes plataformas?
Kelvin Spassini: Precisam investir em qualidade e oferecer melhores condições para os motoristas. Recentemente fui convidado para palestrar em Anápolis para um aplicativo que está iniciando as operações. O principal conselho que dei foi justamente esse: criar algo diferente para o público. Se o aplicativo regional não oferecer uma experiência superior, será muito difícil competir com empresas como Uber e 99.
Acredito que o diferencial está na qualidade do serviço, no relacionamento com os motoristas e no cuidado com os clientes. As grandes plataformas possuem escala, mas os aplicativos regionais podem se destacar oferecendo uma experiência mais próxima e adaptada à realidade de cada cidade.
Qual legado você pretende deixar para sua cidade?
Kelvin Spassini: Quero ser lembrado pelos projetos sociais e pelo impacto positivo que o Vai e Volta trouxe para as pessoas. Minha intenção sempre foi fazer algo que ajudasse a comunidade, tanto por meio dos serviços oferecidos quanto pelas ações sociais desenvolvidas pela empresa. Se eu puder deixar uma marca, gostaria que fosse justamente a de uma empresa que contribuiu de alguma forma para melhorar a vida das pessoas da cidade.
Recentemente recebi uma Moção de Aplausos da Câmara Municipal por causa do projeto de transporte gratuito para doadores de sangue. Foi um reconhecimento muito importante e que representa bem o propósito social que buscamos construir dentro do Vai e Volta.

