Criado por Amanda e Leonardo Alvim, o Partiu App nasceu com a proposta de levar transporte por aplicativo para cidades do interior do Paraná que ainda não tinham presença forte das grandes plataformas. A operação começou a partir da experiência de Leonardo, que era motorista da Uber em Maringá, e viu oportunidade de atuar em municípios próximos onde a mobilidade por aplicativo ainda estava no início.

No começo, a ideia era operar em três cidades: Umuarama, Cianorte e Paranavaí. Com a saída de um antigo sócio e as dificuldades de administrar todas as praças, a empresa deixou Umuarama e concentrou a operação em Cianorte e Paranavaí, onde atua até hoje.

Atualmente, o Partiu App tem cerca de 150 motoristas ativos, quase 105 mil passageiros cadastrados e realiza em torno de 50 mil corridas por mês nas duas cidades. Paranavaí é hoje a operação mais forte, principalmente porque, por muito tempo, o Partiu foi o único aplicativo local com grande presença no município. Já em Cianorte, a disputa é maior, com pelo menos três aplicativos regionais mais fortes atuando ao mesmo tempo.

“O Partiu hoje é bem consolidado. A gente está feliz com os resultados, mas sempre buscando o melhor, não só para o cliente, mas para o motorista também”, afirma Amanda.

De motorista da Uber à criação do Partiu

A história do Partiu começou com Leonardo Alvim, que trabalhava como motorista da Uber em Maringá. Ao perceber que cidades do interior ainda não tinham a mesma oferta de transporte por aplicativo, ele, junto com um sócio da época, decidiu abrir uma plataforma regional.

A ideia inicial era atender Umuarama, Cianorte e Paranavaí. Como ainda não havia Uber nessas cidades, o aplicativo tinha espaço para crescer e formar uma base própria de motoristas e passageiros.

O começo, porém, foi desafiador. Em cidades menores, muitas pessoas ainda tinham receio de usar tecnologia, baixar aplicativo, cadastrar dados e pedir corrida pelo celular. Além disso, era necessário conquistar a confiança de moradores que estavam acostumados a outros formatos de transporte.

Segundo Amanda, a operação começou com poucos motoristas e foi crescendo conforme o número de passageiros e corridas aumentava.

“No começo foi tudo muito difícil, muito desafiador. Cidades do interior têm muitas pessoas que às vezes não têm tanta facilidade com o uso do aplicativo e ficam com receio da tecnologia”, conta.

Amanda entrou na empresa após a pandemia

Amanda Alvim não começou diretamente no setor de mobilidade. Antes de entrar no Partiu, trabalhava como bancária. Durante a pandemia, o cenário ficou difícil para diversos setores, inclusive para motoristas de aplicativo, que tinham receio de trabalhar.

Depois desse período, o banco onde Amanda trabalhava passou por cortes. Foi quando ela começou a ajudar Leonardo na empresa. No início, não imaginava que ficaria no negócio. Chegou a fazer curso de corretora de imóveis e até vendeu uma casa.

Mas, aos poucos, criou uma conexão forte com os motoristas e percebeu que podia contribuir para a gestão. Segundo ela, sua abordagem trouxe um olhar mais cauteloso, atento e próximo.

“Eu acabei criando um vínculo muito grande com os motoristas. Uma abordagem diferente, que querendo ou não mulher consegue dar mais atenção, ser mais cautelosa”, afirma.

Hoje, Amanda atua diretamente na parte financeira, marketing e suporte, enquanto Leonardo fica mais responsável pelo contato inicial com motoristas, treinamento, documentação e acompanhamento presencial em eventos.

Operação familiar

Atualmente, o Partiu App é administrado por Amanda e Leonardo. O antigo sócio deixou a empresa para tentar a vida fora do país, e o casal comprou sua parte.

A gestão é feita à distância, já que eles não moram nas cidades atendidas. Mesmo assim, Amanda afirma que o contato com os motoristas é constante. A equipe recebe informações, dúvidas, reclamações, ajustes de corrida e relatos sobre o que acontece em Cianorte e Paranavaí.

Também há visitas presenciais. Em eventos maiores, Leonardo costuma ir às cidades, dormir por lá e até rodar para dar suporte quando falta carro. O casal também já participou de churrascos com motoristas, reforçando a proximidade com a base.

“Esse contato mais próximo acaba sendo bacana porque a pessoa veste a camisa. Quando você não tem uma referência de saber quem é, a pessoa vê só uma imagem e às vezes não se importa tanto”, diz Amanda.

Rádio, panfletos e anúncios para captar motoristas

No início da operação, a captação de motoristas foi feita de forma bastante direta. Leonardo anunciou vagas para motoristas autônomos, destacando a possibilidade de trabalhar no próprio horário, seja como renda principal ou extra.

A estratégia chamou atenção de pessoas que buscavam uma alternativa de trabalho. Além disso, o Partiu investiu em rádio e panfletos. Os materiais eram pensados para os dois públicos: de um lado, falavam com passageiros; do outro, convidavam motoristas.

Amanda destaca que, nas cidades da região, o rádio ainda tem bastante força. Por isso, a divulgação ajudou muito no começo.

Hoje, a realidade é diferente. O Partiu já tem uma base grande de motoristas interessados e não precisa mais fazer campanhas para captar condutores. Segundo Amanda, há muitos cadastros aguardando ativação ou esperando cumprir os requisitos mínimos.

Seleção de motoristas com antecedentes e limite de idade do carro

Um dos diferenciais do Partiu é o cuidado na seleção de motoristas. A empresa solicita antecedentes criminais e faz uma análise da qualidade do veículo.

Enquanto grandes plataformas aceitam carros com até 15 anos, segundo Amanda, o Partiu trabalha com limite de 10 anos. A empresa também não aceita veículos de duas portas.

Para Amanda, esses critérios ajudam a reforçar a imagem de segurança, conforto e qualidade da plataforma.

Além disso, quando o cadastro está apto, Leonardo faz uma conversa presencial e individual com o motorista. Nesse contato, passa orientações sobre atendimento, trânsito, respeito às regras e postura profissional.

A conversa inclui pontos como não furar sinal, não exceder limite de velocidade e não dirigir de chinelo. A ideia é alinhar o motorista aos princípios do Partiu antes que ele comece a rodar.

Avaliações são acompanhadas diariamente

O Partiu acompanha diariamente as avaliações de passageiros. Quando aparece alguma reclamação, a equipe entra em contato com o motorista para orientar.

Se um cliente reclama que o carro estava sujo, por exemplo, Amanda analisa o contexto. Em dias chuvosos, entende que a área externa pode ficar mais difícil de manter limpa. Mas reforça que a parte interna precisa ser cuidada diariamente.

“Eu sempre busco falar com o máximo de educação. Sei que em dia chuvoso a lavagem externa é difícil, mas se o cliente estiver questionando a área interna, por favor, tire um tempinho diariamente e limpe”, afirma.

A proposta é corrigir problemas sem deixar de ter empatia com o motorista.

Quase 105 mil passageiros cadastrados

O Partiu tem hoje quase 105 mil passageiros cadastrados. A marca é bem conhecida nas cidades onde atua e já tem registro formal.

Amanda afirma que a confiança é um dos principais ativos do aplicativo. Em Cianorte e Paranavaí, muitos motoristas do Partiu já são conhecidos pelos passageiros. Isso faz diferença principalmente quando chegam motoristas de fora, de plataformas maiores, que não têm relação com a cidade.

Segundo ela, há passageiros que evitam chamar motoristas desconhecidos de outras plataformas por receio.

“Os motoristas já são bem conhecidos nas cidades em que atuamos, passando bastante confiança e credibilidade”, afirma.

150 motoristas ativos e preocupação com renda

Atualmente, o Partiu conta com cerca de 150 motoristas ativos nas duas cidades. A empresa controla a entrada de novos condutores porque se preocupa com a renda de quem já está na base.

Amanda afirma que muitos motoristas usam o aplicativo como fonte principal de sustento. Por isso, o Partiu evita liberar cadastros indiscriminadamente, como fazem algumas grandes plataformas.

“O nosso diferencial é que a gente se preocupa com a quantidade de motoristas ativos, porque muitos têm isso como renda principal”, explica.

Na visão da gestora, aprovar motoristas sem limite pode reduzir a demanda individual e prejudicar quem depende da plataforma para levar renda para casa.

Corridas premiadas, combustível e brindes

O Partiu também investe em campanhas para manter passageiros e motoristas engajados. Para os clientes, realiza cupons mensais e ações de corrida premiada.

Nessas ações, quando um passageiro ganha crédito, Amanda liga primeiro para o motorista que está com o cliente no carro. O motorista então comunica ao passageiro que ele ganhou, por exemplo, R$ 50 em créditos para corridas futuras.

A estratégia foi criada porque muitos passageiros desconfiavam quando a empresa entrava em contato diretamente, achando que poderia ser golpe.

Com os motoristas, o Partiu faz campanhas de primeiro, segundo e terceiro lugar, premiações por desempenho, bonés, chaveiros, garrafas térmicas e ações com Pix.

Uma das campanhas mais elogiadas envolve parceria com rádio e posto de combustível. A rádio chama uma corrida, entra no carro do motorista sorteado e anuncia ao vivo que ele ganhou R$ 150 em combustível no posto parceiro.

“Os motoristas gostam bastante. A gente sempre está em movimento para manter a comunicação com eles, porque eles são a porta de entrada”, afirma Amanda.

Descontos em postos e parceria com a Fiat

O Partiu mantém parcerias com postos de combustível nas duas cidades, oferecendo desconto por litro aos motoristas. A empresa também busca acordos com oficinas, pneus e outros serviços.

Outro ponto importante é a parceria com a Fiat. Segundo Amanda, todo o serviço de leva e traz da marca na região é feito por motoristas do Partiu.

Funcionários da Fiat solicitam corridas para clientes por meio da plataforma, em uma categoria corporativa específica, que não aparece para o público comum no aplicativo.

“Estar atrelado a grandes marcas passa uma confiança muito grande”, afirma.

Categorias: comum, Comfort, pet, compras e corporativo

O Partiu trabalha com quatro categorias principais para o público geral. A categoria comum é o carro-chefe, por ser a opção mais econômica.

A categoria Comfort reúne carros melhores, mais novos, sedãs ou veículos com banco de couro, seguindo critérios definidos pela empresa. Segundo Amanda, é menos solicitada, mas aparece mais em viagens de maior distância.

A categoria pet permite o transporte de animais. Já a categoria compras é voltada a clientes que vão ao mercado e precisam de apoio do motorista para aguardar e acomodar as compras no veículo.

Além dessas, existe a categoria corporativa, usada em parcerias como a da Fiat. Ela não aparece no app comum e é acessada via sistema pelo computador.

Corrida mínima de R$ 8,99 em Paranavaí e R$ 10 em Cianorte

A corrida mínima varia conforme a cidade. Em Paranavaí, o valor mínimo é de R$ 8,99 e cobre até 1 km. Em Cianorte, a mínima é de R$ 10 e cobre até 2 km.

Amanda explica que os valores são definidos com base em estudo de mercado e concorrência. A empresa vai se readequando conforme o cenário local muda.

O valor de R$ 8,99 em Paranavaí é recente e foi adotado também como forma de chamar atenção dos passageiros em um momento de concorrência mais forte.

Bandeiradas em vez de dinâmica

O Partiu não trabalha com dinâmica automática baseada em alta demanda. Em vez disso, usa um sistema de bandeiradas por horário e dia da semana.

Durante a semana, há cinco faixas de horário: 6h, 20h, 22h, meia-noite e 3h. Também existem bandeiradas específicas para sábado, domingo e feriados.

A bandeirada mais baixa, como a mínima de R$ 8,99 em Paranavaí, vale das 6h às 20h em dias de semana. Já na madrugada, as corridas podem chegar a R$ 17,99, dependendo da cidade e do horário.

Segundo Amanda, esse modelo foi pensado para valorizar motoristas que deixam a família para trabalhar à noite, mesmo quando não há evento suficiente para acionar uma dinâmica por demanda.

Taxas variam conforme adesivação do carro

O Partiu cobra percentual dos motoristas, e o valor varia de acordo com o nível de adesivação do veículo.

O motorista que não quer colocar adesivo paga 22%. Quem coloca um adesivo pequeno no vidro paga 17%. Quem coloca adesivo no vidro e uma identificação pequena na lateral paga 15%. Já quem plota o carro inteiro paga 13%.

A decisão fica a critério do motorista. A lógica é incentivar a divulgação da marca: quanto maior a exposição do Partiu no veículo, menor a taxa paga pelo condutor.

Amanda explica que o app usa uma bandeirada inicial que garante um mínimo ao motorista antes da cobrança por quilômetro.

50 mil corridas por mês

Atualmente, o Partiu realiza cerca de 50 mil corridas por mês somando Cianorte e Paranavaí. Paranavaí tem maior destaque na operação.

Segundo Amanda, a diferença ocorre porque o Partiu foi, por muito tempo, o único aplicativo forte em Paranavaí. Em Cianorte, a concorrência sempre foi maior, com três aplicativos regionais relevantes e outros menores.

Mesmo com a chegada de novos concorrentes, Amanda afirma que o Partiu ainda mantém a maior fatia em Paranavaí, especialmente pela confiança construída com motoristas e passageiros.

Eventos e cupons de desconto

O Partiu também participa de eventos locais, normalmente com cupons de desconto. A empresa atende desde eventos pequenos até festas maiores, sempre buscando se aproximar da organização.

Em algumas ações, monta barraca, usa balões, ativa cupons com o nome do evento e cria campanhas para atrair passageiros.

Nas duas cidades há eventos grandes, como festas municipais com shows de artistas conhecidos. Nessas ocasiões, Leonardo costuma ir presencialmente para dar suporte aos motoristas e, se necessário, também rodar para suprir a falta de carros.

Entrada da Uber foi desafio, mas 99 assustou mais

Amanda afirma que o momento mais desafiador da trajetória do Partiu é o atual, com a chegada de grandes plataformas.

A Uber já havia tentado entrar nas cidades e impactou a operação. Segundo ela, a empresa usa dinâmica para motoristas, paga mais no início e tenta formar base de condutores e passageiros. Mesmo assim, o Partiu conseguiu manter uma estrutura sólida e fez ajustes para passageiros e motoristas.

O maior susto recente, porém, foi a entrada da 99. Segundo Amanda, a plataforma chegou às duas cidades com descontos de 99%, cobrando apenas 1% do valor da corrida do passageiro. Na prática, corridas que custariam R$ 10 ou R$ 15 apareciam por R$ 0,10, R$ 0,13 ou R$ 0,14.

“O motorista recebe o valor cheio, mas 99% de desconto foi uma coisa que assustou bastante. Estamos vivendo um dia de cada vez”, afirma.

Concorrência entre regionais também pesa

Além das grandes plataformas, Amanda acredita que um dos desafios dos aplicativos regionais é a falta de união entre empresas locais.

Ela afirma que os aplicativos regionais muitas vezes se tratam como inimigos, quando poderiam dialogar para criar um mercado mais sustentável. Em uma das cidades, o Partiu chegou a tentar uma conversa com concorrentes para ajustar valores mínimos, mas a iniciativa não avançou por falta de confiança e cumprimento de acordos.

“Eu não quero o seu cliente, eu quero o meu cliente. O sol nasceu para todo mundo”, afirma.

Expansão está nos planos

O Partiu já atuou em Umuarama, mas deixou a cidade após a saída do sócio e a dificuldade de administrar a praça. Mesmo assim, Amanda afirma que a expansão segue nos planos.

Com a chegada de uma ajudante no suporte, a empresa começa a ganhar mais tempo para pensar em crescimento. Ainda assim, abrir uma nova cidade exige dedicação intensa, presença local e investimento.

“Se a gente for para uma cidade, principalmente no começo, precisa ficar full-time. Exige dedicação e investimento”, explica.

Por enquanto, a prioridade é atravessar o momento de entrada da 99 e manter a operação forte nas cidades atuais.

História pessoal de Amanda

Amanda veio de Itambé, uma cidade pequena próxima a Maringá, e cresceu em uma família simples. A mãe já trabalhou carpindo cana, e ela também teve trabalhos manuais, como lixar jeans para uma empresa.

Em uma visita a Maringá com uma amiga, conheceu Leonardo. No início, eram apenas amigos. Depois, começaram a namorar, ficaram juntos por cinco anos e se casaram.

Antes de entrar no Partiu, Amanda trabalhou em banco, em uma administradora de cartões e também vendeu cursos da Fundação Getulio Vargas. Ela afirma que essas experiências ajudaram muito em sua formação profissional.

Há cerca de quatro anos, passou a atuar de forma mais direta na gestão do Partiu ao lado de Leonardo.

Orgulho de ver motoristas conquistando bens

Ao falar sobre o que mais a orgulha, Amanda cita a própria trajetória de vida e o contraste entre o que tinha no passado e o que construiu hoje.

Mas o maior orgulho está em ver outras pessoas conquistando algo por meio do Partiu. Ela conta que já recebeu vídeos de motoristas chorando ao comprar carro novo, fotos de televisão nova e mensagens de agradecimento de pessoas que dizem ter conquistado bens graças ao trabalho no aplicativo.

“Eu tenho motoristas que me ligam chorando por vídeo quando compram alguma coisa. É muito gratificante ver outras pessoas conquistando através do Partiu”, afirma.

Para ela, a empresa não representa apenas uma fonte de renda para o casal, mas também um caminho de transformação para motoristas.

Ser empresária também exige firmeza

Amanda afirma que ser dona do próprio negócio é difícil, especialmente por lidar com pessoas. A proximidade com motoristas é positiva, mas também pode gerar conflitos.

Ela cita situações em que motoristas se sentem no direito de falar ou agir de qualquer forma por terem acesso direto à gestão. Em alguns casos, é preciso orientar e impor limites.

Um exemplo foi o de uma corrida que no sistema aparecia como R$ 40, mas o motorista cobrou R$ 65. Segundo ele, o ponto de embarque real havia sido diferente. Amanda reconheceu que o motorista poderia ter razão, mas explicou que ele deveria ter comunicado a plataforma antes de alterar o valor.

“Lidar com pessoas é uma parte difícil. Eu tento contornar da melhor forma, tanto para o cliente quanto para o motorista”, afirma.

Segurança, conforto e qualidade como legado

O legado que Amanda e Leonardo querem deixar com o Partiu está ligado aos três princípios da marca: segurança, conforto e qualidade.

Na segurança, entram os antecedentes criminais, a orientação sobre velocidade, o cuidado com trânsito e o incentivo ao uso do cinto de segurança. No conforto, entram carros de até 10 anos, ar-condicionado e boa experiência para o passageiro. Na qualidade, estão atendimento rápido, carros limpos e pontualidade.

Amanda afirma que muitos passageiros dizem que, ao chamar outro aplicativo, esperam mais tempo, enquanto o Partiu costuma ser mais rápido.

“Segurança, conforto e qualidade é o que a gente mais preza de verdade”, afirma.

Para ela, esse é o posicionamento que deve ficar marcado quando alguém vê um carro do Partiu passando pelas ruas de Cianorte ou Paranavaí.

Foto de Giulia Lang
Giulia Lang

Giulia Lang é jornalista formada pela Fundação Cásper Líbero e há três anos cobre o mercado de mobilidade urbana e delivery pelo 55content.