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Com a 99Moto, mais de 100 motos foram apreendidas. Quem está sendo penalizado de verdade: a empresa ou o trabalhador?

Homem de óculos, usando camisa cinza com detalhes verdes, gesticulando em frente a uma estante com livros e itens decorativos.
Homem falando em frente a uma estante com livros e itens decorativos

Tá por dentro da polêmica do 99 Moto em São Paulo? 

Vem comigo descobrir se o serviço é legal, como as leis estão interferindo e o que isso significa para quem usa ou trabalha na área.

Fala, pessoal! Sejam bem-vindos. Hoje o papo é sobre uma polêmica que está fervendo aqui na cidade de São Paulo: o 99 Moto. Será que esse serviço é mesmo legal? Como as leis federais e municipais entram nessa briga? Vou te contar todos os detalhes e, claro, o impacto disso na vida dos trabalhadores e passageiros.

Vamos falar de emprego, segurança, fiscalização e as polêmicas que não param de crescer. E bora, porque esse assunto é muito importante.

Para quem não conhece, o 99 Moto é um serviço oferecido pela plataforma 99, onde você pode chamar corridas de moto pelo app. É rápido, barato e, para muita gente, uma mão na roda. Mas o que tá pegando é a questão legal.

A 99 argumenta que o serviço é respaldado pela Lei Federal número 12.587, de 2012, que institui a Política Nacional de Mobilidade Urbana. Essa lei permite o transporte individual privado de passageiros, como carros de aplicativo. A 99 entende que isso também inclui as motos.

Só que a mesma lei dá poder aos municípios para regulamentar ou proibir esse tipo de serviço. E é exatamente o que acontece na cidade de São Paulo. A prefeitura criou o Decreto Municipal nº 62.144, que proíbe o transporte de passageiros por motos em aplicativos aqui na cidade, alegando que é preciso garantir a segurança e a regulamentação do serviço.

E aí começa o conflito: quem tem razão? A 99, que defende o direito de operar sob Lei Federal, ou a prefeitura, que se apoia na regulamentação local? Deixa aí a sua opinião nos comentários, porque isso ainda vai dar muito assunto.

Agora, um ponto que não pode ser ignorado: o impacto social do 99 Moto. Com o desemprego nas alturas, o serviço se tornou uma alternativa para milhares de trabalhadores. E é uma oportunidade para quem tem moto, quer ganhar dinheiro e não encontra vaga no mercado formal.

A gente está falando de famílias que dependem dessa renda para sobreviver. Muitos motociclistas veem no 99 Moto uma chance de pagar as contas, colocar comida na mesa e até realizar sonhos. 

Por outro lado, a proibição do serviço em São Paulo joga esses trabalhadores numa situação difícil. Afinal, sem regulamentação e com as motos sendo apreendidas, eles acabam sendo prejudicados.

Será que proibir é o melhor caminho? Ou deveríamos regulamentar e buscar uma solução mais equilibrada? Comenta aí o que você pensa sobre isso.

Falando nisso, vamos entrar no ponto da fiscalização. Desde que o 99 Moto foi lançado em São Paulo, a prefeitura intensificou as operações para proibir o serviço. Só na última semana, mais de 100 motos foram apreendidas.

E aqui fica a pergunta: quem está sendo penalizado de verdade: a empresa ou o trabalhador? Porque, no final das contas, é o motociclista que perde a moto, paga a multa e fica sem trabalhar. É uma situação complicada, e isso levanta um debate: será que fiscalizar e prender as motos resolve o problema?

Na minha opinião, não. Ao invés de focar na punição, a prefeitura deveria investir em regulamentação e educação no trânsito. Isso ajudaria tanto os trabalhadores quanto os passageiros.

E você, o que acha? Fiscalizar e punir é a solução? Comenta aqui embaixo a sua opinião.

Agora, sobre a disputa judicial: a 99 entrou em uma ação pedindo para suspender a proibição do serviço, mas a Justiça negou. O juiz afirmou que a prefeitura tem o direito de regulamentar esse tipo de transporte. Ou seja, o 99 Moto continua sendo considerado ilegal em São Paulo.

Mas a empresa não retirou o serviço da plataforma, e isso só alimenta a guerra entre a prefeitura, a empresa e os trabalhadores. No fim das contas, quem perde são as pessoas que dependem do serviço, seja para se locomover ou para trabalhar.

Será que não é a hora de deixar os interesses de lado e buscar um diálogo para beneficiar todo mundo? O que você acha? Quem tem razão nessa história? Comenta aí porque eu quero ouvir a opinião de vocês.

Outro ponto importante são os acidentes. A 99 afirma que menos de 1% das corridas de moto resultam em incidentes, mas, considerando o volume de corridas, ainda são muitos casos. E aqui a gente precisa ser realista: a segurança no trânsito é uma preocupação legítima. Muitos motociclistas enfrentam o trânsito com pressa, desrespeitam leis e acabam colocando a própria vida e a dos passageiros em risco.

Então, ao invés de proibir, por que não criar regras? Cursos obrigatórios de direção defensiva, fiscalização preventiva e até melhorias na infraestrutura viária poderiam reduzir os riscos. Afinal, segurança tem que ser prioridade, certo? Como você acha que a gente pode melhorar isso? Deixe aí a sua opinião aqui nos comentários.

Gente, eu quero reforçar um ponto essencial: o 99 Moto tem, sim, potencial para ser uma ferramenta boa e acessível, mas precisa ser regulamentado. Proibir o serviço não resolve os problemas de segurança e só prejudica os trabalhadores que dependem dele.

 A solução passa por capacitar melhor os motociclistas, criar normas claras e garantir que as corridas sejam feitas de forma segura e responsável. Assim, todo mundo sai ganhando: os trabalhadores, os passageiros e até o trânsito.

Agora é com vocês! O que vocês acham do 99 Moto? Acreditam que a regulamentação seria o caminho? E como melhorar a segurança no trânsito? Vamos continuar essa conversa aqui nos comentários, beleza?

Espero que vocês tenham curtido e refletido sobre os diferentes lados dessa história.

E não esquece: comenta aqui o que vocês pensam sobre o 99 Moto, a fiscalização e as leis. Vamos construir um debate saudável e, quem sabe, o seu comentário possa virar um vídeo para ajudar a galera.

E lembrem-se: no trânsito, a segurança de todos começa com a nossa atitude.

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Luis Hatada

Luis Hatada, conhecido como "Uber do Japa", é motorista de aplicativo desde 2018 e, ao perceber as dificuldades dos colegas em gerenciar ganhos e despesas, criou um canal no YouTube em 2019. Nele, compartilha orientações sobre gestão financeira e desenvolvimento pessoal, defendendo que a profissão exige uma mentalidade empreendedora. Seu conteúdo aborda temas como administração financeira e autodesenvolvimento, com o objetivo de ajudar motoristas a melhorar a rentabilidade e superar desafios diários.

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